Mostrando postagens com marcador indústria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador indústria. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

PARA ONDE JOGAR O DESENVOLVIMENTO?


Uma das perguntas aparentementes mais fáceis de responder, mas que esconde algo muito complicado de ser feito. Ora, vamos deslocar o desenvolvimento rumo às áreas mais pobres e que mais necessitam! ótimo... Mas como fazer isso? A ladainha política é um fator determinante para deixar um estado desgraçado (vejam o exemplo da Paraíba). Como é possível algo que necessita de estímulo crescer sem receber estímulo... Não adianta fazer o véio se excitar com a véia, nenhuma empresa vai querer se instalar em um lugar onde tem pouca demanda, baixa infra-estrutura ou péssima segurança, por exemplo. Qual é o doido? O governo tem que tentar estimular as empresas com alguns bonsbons e chicletes para que a indústria possa ir pro interior, se bem que vender pra pouca gente é um saco. Então aumenta-se a renda dessas pessoas gerando mais empregos, mesmo que adotando uma política fiscal, estimulando uma certa movimentação dos centros já em exaustão de exploração do trabalhar com maior facilidade e oportunidade. Mas qual o produto que deve ser produzido, já que a demanda é pouca? A tecnologia é uma boa saída nessas horas, enquanto que a desertificação toma conta do interior e esperamos melhoramentos vegetais e novas formas de levar água pra esse povo. Ora, a tecnologia geraria não só um produto para atender mercado interno, mas sim para ser exportado. Para isso é necessário educar e especializar os descendentes de Lampião e Maria Bonita afim de deixá-los porntos para desenvolver softwares, hardwares, robôs e companhia! Aí entra mais uma vez a atuação do governo... Incentivar o ensino técnico e avançado é fundamental, além de melhorar as condições de produção local para as empresas... Por enquanto não encontrei outra idéia menos complicada... Até mais!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Qual o problema das bolsas do governo?




Muitos economistas discordam sobre o real interesse dos programas assistencialistas do governo Lula, e quiça, dos governos FHC... O fato é que, por trás dessa ajuda toda se esconde um lado mal que termina ocasionando déficits, injustiças, perda de interesse, perda de competitiva da industria nacional e mais um monte de problemas...

Claro que temos os pontos bons, aliás, pontos ótimos, já que reduz-se a fome e a mortalidade... Do ponto de vista social, o governo Lula está de parabéns... Mas será que só essa compra de votos in direta gera um ponto ótimo para o País? Vejamos um exemplo... Dona Maria ganha um dinheiro, tem mais renda e faz com que ela queira comprar uma tv, um som, um celular, num sei o que mais... Então, apostando nessa política de estado, sabe que com mais um pouquinho dá pra comprar... Os banqueiros capitalistas querem extrair o máximo da pobre dona Maria, e a ajudam com uns 200 reais e cobram uma taxa de juros dos infernos pra ela... Quem ganha mais? É o capitalista banqueiro que gera quase nenhum emprego, enquanto que o industrial brasileiro vai ter que concorrer com o vendedor de tv e de som que vem lá dos infernos pra vender barato aqui, já que os impostos sobre produtos industrializados é um assalto no Brasil... Então, de quem dona Maria compra um celular, uma tv, um som? Do cara que tá lá na China... diminue a concorrência do industrial brasileiro, que tem pouca mão de obra e que não quer trabalhar com a ajuda de Lula em relação a mão de obra chinesa de um monte de quase escravos...

Outros problemas são da ordem da gestão, que não convém culpar o cabeça, mas os gestores estaduais e municipais, já que tem de gente morta a gato recebendo a ajuda de voto... Qual saída teríamos então se essas pessoas não tem capacidade de estudar ou preguiça, não sei? Deveríamos investir mais em educação, em saúde, ou outra coisa que seja mais complicada do quê simplesmente dar o dinheiro pro pobre comprar uma roupa, ir a um show de forró em vez de levar o filho a um hospital particular, a uma escola de qualidade... Ou seja, não apenas deixar o cidadão quase "vegetando" nas condições mínimas, mas dar um apoio que o tire dessa zona de "conforto eleitoral" para os amigos do Lula...

(Obs.: quase 90% dos recursos do B.F. vão pra alimentação segundo a IBASE)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

CRISE DO GÁS... DEJA VU DO PETRÓLEO?

Por fazer parte de um grupo de pesquisa em um dos projeto da UFPB, utilizo principalmente notícias de jornais em papel como arcabouço... E lendo o Valor Econômico da semana passada, percebi como o Gás natural vem se comportando com a crise econômica, mas não vou me aprofundar muito sobre isso, já que foi a primeira notícia que consegui entender e dar relevância, ou seja, sou meio leigo no assunto... Bom, o gás é um produto que possui grande dificuldade de transporte, tanto no seu manuseio cuidadoso quanto nos custos com equipamentos de transporte, e quando se tem muito gás, o que se faz? Solta gases, é o que geralmente nós fazemos, principalmente quem sofre de flatulência... Mas no caso do gás natural, que vem lá das rochas vulcânicas, da decomposição microorgânica a muitos séculos, ou algo do tipo, ele não teve como ser escoado aqui no Brasil, após a grande produção, criou-se um excedente que infelizmente teve que ser queimado... O mais engraçado disso tudo, ou não, é que existem bastante consumidores, bastante produtos, e além disso, os preços estão bem altos! Não dá pra entender esse mercado louco. Segundo vinculado no Valor Econômico, a produção de gás que é desperdiçada chega a mais de 70%, isso se dá atualmente porque ainda estamos engatinhando para fora da recessão econômica, e as empresas ainda insistem em manter suas máquinas paradas, principalmente oa alto-formos, assim só sobra o consumidor pro produtor de gás natural recorrerer...
Apesar do gás boliviano que importamos, da criação de novos terminais para importamos de outros países, da produção interna antiga, da nova que veio com o pré-sal os preços ainda estão altos... Quero ver onde Lula vai soltar seus gases daqui pra frente... O jeito é fazer como os persas, os babilônicos e os chineses faziam, acabar com o excedente, manter o chamado culturalmente de "fogo eterno", esperar a economia reaquecer, os alto-fornos voltarem a funcionar e acaba com essa superprodução atual, ou então engatinhamos para uma nova crise de combustível, agora com o petróleo não sendo protagonista, e sim o gás natural...